Viagens

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sábado, 22 de novembro de 2014

12º Dia - Gobernador Gregores - El Calafate

De manhã, descobrimos que o Marcelo e a Carolina posaram aqui também. Nos encontramos, abastecemos e seguimos juntos rumo a El Calafate.
A saída da cidade para nosso destino é feita por outro lado , digamos assim, não pela mesma estrada que chegamos. Também está sendo feito asfalto, a diferença é que aqui não há acesso a ele, tivemos que fazer pelo rípio.
Mas não é muito, talvez uns 100 km de rípio ainda, mas acredito que até o inverno, exagerando, já não se use mais o rípio, está no finalzinho da pavimentação.
Depois dali, paramos em 3 Lagos, para abastecer. O rípio acaba e já está tudo asfaltado até El Calafate.
Saímos da rota e entramos para conhecer El Chalten, onde está o Fitz Roy. Cidadezinha mínima mas muuuuito legal. Cheia de hoteis, restaurantes e cafeterias muito charmozinhos. Gastamos umas horas por alí, pensamos em ficar, mas resolvemos vir dormir em El Calafate.
De El Chalten até Calafate, a estrada é muito boa, mas com bastante curvas, e pegamos um ventinho bem forte.
Demoramos para conseguir hotel em El Calafate. Conseguimos lugar no Madre Tierra, por indicação do Marcelo e da Carolina. Uma hosteria boutique. Maravilhosa!
É atendido pelos donos. Os quartos não têm números. Têm o nome dos hóspedes. Café da manhã sem horário e muito bem localizado.


Hotel: Madre Tierra.
Valor: 

Km rodada: 530 km

Lanchinho no meio do nada!

E vamo que vamo!
Onde tem e onde não tem estrada


Fritz Roy
 





Mais fila para abastecer.

Horário de abastecimento do posto em El Chalten













11º Dia - Puerto Tranquilo - Gobernador Gregores

Saímos de Puerto Tranquilo em torno de 9:30. Pega-se rípio direto. São 273 km sem folga. Rípio "médio", no final mais difícil, bastante pedras soltas e fofas. O último abastecimento é Puerto Tranquilo, depois só em Bajo Caracoles que é logo que entra no asfalto. Portanto, quase 300 km sem posto.
Ainda antes de chegar ao Paso há algumas Hospedagens tipo fazendas, não muitas, mas se apertar sabe-se que não é um deserto só.
O caminho é muito bonito, as montanhas lindas, vegetação incrível, cores, guanacos em todos os lados. No lado argentino principalmente há muitas estâncias, de gado, cavalos. Não é o tipo de estrada que não se vê vida, há movimento de camionetes que se vê são das estâncias por ali. Claro, não "movimeeeeento", mas também não é um deserto como Paso San Francisco que fizemos ano passado.
As aduanas, tanto saída do Chile como entrada na Argentina são super rápidas, tranquilas, porque não há movimento de gente nelas.
Os últimos 30, 40 km do rípio são meio chatinhos, a beleza acaba e não há grandes coisas na paisagem. Chegando ao asfalto, a primeira cidade é Bajo Caracoles, se é que dá para chamara de cidade.
Diria que se resume a uma bomba de combustivel, um mercado que é hotel e lancheria e umas casas doa talvez 100 habiatnetes dali, se é que chega a isso. Abastecemos ali, comemos e fomos à Gobernador Gregores, mais 245km, mas agora só de asfalto.
Para ir a Gobernador Gregores, sai-se da ruta principal e pega-se a esquerda. São uns 70km até a cidade. Era rípio, ainda há uma estradinha para ser usada, mas o asfalto já está ali, faltando somente alguns "arremates". Pode-se pegar entradas para o asfalto e andar por ali.
A cidade é bem pequena, mas tem diversos hoteis e posto de gasolina. Ficamos por aqui hoje. Jantar no restaurante do hotel.

Hotel: Cañadon Leon
Valor: 650 pesos

Km rodada: 518
  
Posto Em Puerto Rio Tranquilo

Suíço. Dentro desse pneu ele carrega algumas
coisas, como, por exemplo, par de havaianas!









Tentando consertar os suportes que quebraram
em razão da trepidação












Do amigo Inseto na Viseira!

É nóis!

Adesivo do meu amigo Marcelo Zardo




Aduana Argentina





Bajo Caracoles!


O "butequero"esta  tava jogando cartas com o frentista.
Tivemos que esperar para nos atender.

Rico de um vazio1